Parceria entre prefeitura e IMAmt garante implantação de fábrica de confecções em Nova Ubiratã

Uma parceria firmada entre a administração pública e o Instituto Mato-grossense de Algodão (IMAmt), por meio do Projeto Japuíra, garantirá a implantação da primeira fábrica de confecções de Nova Ubiratã.
O compromisso de adesão foi firmado, nesta quarta-feira (13), durante visita do coordenador e do consultor técnico do projeto, respectivamente, Osmar Rodrigues e Romero Sobreira de Carvalho, ao município.
Na oportunidade o prefeito Valdenir José dos Santos, a vice Eliani Roman Ross e os secretário de Indústria, Comércio, Turismo e Cultura, Wellyngton Tavares, e de Assistência Social, Sileuza Dias Santos, apresentaram dados referentes ao potencial econômico da região e da necessidade de geração de emprego e renda.
A reunião também foi acompanhada pelos vereadores Elaine Cristina Teixeira e do Adilson Luiz da Silva, autores da indicação parlamentar sugerindo a adesão do município ao projeto.
O grupo ainda visitou o Distrito Parque Água Limpa, distante 90 quilômetros da sede, escolhido para a implantação da primeira fábrica de malharias.
“O projeto vem de anseio com a nossa necessidade em aumentar os postos de trabalho. Diante disso elaboramos um projeto de viabilidade que pra nossa alegria foi aprovado pelo instituto. Agora vamos dar início ao processo burocrático e esperamos que até fevereiro a fábrica esteja em pleno funcionamento”, comenta o prefeito.
“O segredo é o engajamento da administração pública. Estamos muito confiantes, pois tanto o prefeito quanto a vice-prefeita garantiram total apoio para a manutenção e permanência do projeto em Nova Ubiratã”, enaltece Osmar Rodrigues.
“O Projeto Japuíra já atendeu mais de 3,5 mil pessoas em 28 cidades de Mato Grosso. Pessoas que se profissionalizaram, aumentaram sua renda garantindo melhores perspectivas de vida. Não tenho dúvidas que em Nova Ubiratã não será diferente”, reforça o consultor técnico do projeto criado em 2004.
Conforme o secretário de Indústria, Comércio, Turismo e Cultura, Wellyngton Tavares, a primeira etapa do projeto beneficiará 17 pessoas que devem passar por processo de seleção.
“O Japuíra não é apenas um projeto social, é um projeto de geração de emprego e renda, portanto necessita de pessoas com perfil empreendedor”, assinala.
Ainda de acordo com o gestor, pelo menos cinco empresas de diferentes regiões do Estado já demonstraram interesse em adquirir as confecções produzidas no município.
“Já fizemos contato com empresas do ramo que garantiram a compra de parte da produção. Outra sugestão é revender para empresas locais e com isso aumentar a margem de lucro e o giro financeiro”, assegura o secretário que em agosto, acompanhado pelos vereadores Elaine Cristina e Adilson Luiz, esteve em Nortelândia visitando uma das fábricas do projeto.
Autor: Michel Ferreira | Fonte: Redação / Assessoria | Foto: Divulgação
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