Suspeita de comandar venda de drogas em Nova Ubiratã é presa pela Polícia Militar

Uma Mulher de 35 anos, suspeita de liderar um dos maiores esquemas de vendas de drogas de Nova Ubiratã foi presa, nesta segunda-feira (17), durante uma ação conjunta entre policiais militares de Nova Ubiratã e do 2º Pelotão da Força Tática de Sorriso.
Daiane Moreno dos Santos (Mana Daiane), foi abordada no momento em chegava em sua residência no bairro Soya, em Nova Ubiratã.
Com ela, a polícia encontrou 16 porções de substância análoga a pasta base de cocaína.
Minutos antes de ser abordada, a suspeita havia deixado um imóvel do bairro Jardim Vitória. O local usado para armazenar a droga, era monitorado por policiais à paisana que, assim que notaram a movimentação suspeita, acionaram a guarnição da Força Tática que, por sua vez, realizou a abordagem.
Em continuidade as diligências, os militares retornaram até o local usado como depósito onde foi apreendido meio quilo do mesmo entorpecente, além de 1,1 kg de maconha, 27 gramas de cocaína.
Com base nas informações repassadas pela suspeita, os policiais se deslocaram a um terceiro endereço onde efetuaram a prisão de outro integrante da facção criminosa, Lucas Luan da Silva Bonfim, que também era monitorado pela PM.
Em poder do suspeito, foram encontrados 17 porções de pasta base, uma munição calibre .38, além de R$ 146 em espécie, uma balança de precisão e material utilizado para embalar a droga.
Apontada como “braço direito” de um dos líderes de uma facção criminosa que atua no município, Daiane também é investigada por envolvimento no sequestro, tortura e assassinato de Pablo Ronaldo dos Santos, de 23 anos.
O jovem natural de São Paulo estava em Nova Ubiratã à serviço e foi morto em abril deste ano, após ter sido confundido com um integrante de uma facção rival.
Os restos mortais da vítima só foram encontrados um mês depois do crime, em uma região de mata em Nova Ubiratã conhecida como “Pé de Galinha”.
Até o momento a Polícia Civil já indiciou 15 suspeitos de participarem do crime bárbaro. Entre os executores está a servidora pública Maria Rita (Profi Mana) que, à época do crime, exercia a função de auxiliar de classe em um Centro Municipal de Educação Infantil (Cemei) do município.
Dados telefônicos obtidos pela investigação, mostraram que Maria Rita trocava mensagens com um dos chefes da facção criminosa em horário de expediente. Ainda de acordo com a polícia, numa das conversas a jovem teria implorada para sair da condição de partícipe para assumir a autoria do crime.
Apesar da gravidade da denúncia, a Prefeitura Municipal não se manifestou públicamente sobre o assunto.
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Fonte: Redação | Foto: Divulgação
