Dupla invade alojamento e executa trabalhador; autores do crime são mortos em confronto

O funcionário de uma fazenda identificado como Danilo Santos da Silva, de 29 anos, foi executado a tiros dentro do alojamento onde dormia, na zona rural de Guiratinga, na noite da última quarta-feira (22).
Dois suspeitos de cometer o crime, de 24 e 26 anos, morreram em confronto com policiais militares horas depois, na manhã de ontem quinta-feira (23).
De acordo com o boletim de ocorrência, dois homens chegaram à propriedade em uma motocicleta, invadiram um dos quartos do alojamento e efetuaram diversos disparos contra a vítima, que morreu no local.
O gerente da fazenda relatou que os funcionários já dormiam quando ouviram os tiros. Ao verificarem o que havia acontecido, encontraram Danilo baleado, principalmente na região da cabeça.
Outro trabalhador, que dormia no quarto ao lado, contou que foi acordado pelos suspeitos. Armados, eles faziam uma videochamada quando invadiram o cômodo. Eles apontaram a câmera para o rosto dele e perguntaram: "É este?". A pessoa do outro lado respondeu que não.
Na sequência, a dupla arrombou a porta do quarto onde Danilo dormia. Os criminosos repetiram a pergunta durante a videochamada e receberam a confirmação de que se tratava da pessoa procurada. Em seguida, efetuaram vários disparos contra o trabalhador.
O confronto
Com apoio das imagens do sistema de monitoramento da fazenda e do programa Vigia Mais MT, a Polícia identificou que os suspeitos seguiram em direção ao distrito de Alcantilado.
As equipes montaram um cerco e localizaram a dupla por volta das 5h de quinta-feira.
Segundo a PM, durante a tentativa de abordagem, os suspeitos reagiram e atiraram contra os policiais. Houve confronto e ambos foram baleados. Eles chegaram a ser socorridos e encaminhados ao hospital, mas não resistiram aos ferimentos.
Os suspeitos foram identificados pelas iniciais B.L.S., e M.P.F.S.. Conforme a polícia, ambos possuíam antecedentes criminais.
B.L.S. tinha passagens por associação para o tráfico de drogas, tráfico de drogas, receptação, violação de domicílio, estelionato, danos e prisão por mandado judicial.
Já M.P.F.S. tinha registros por adulteração de sinal identificador de veículo, direção perigosa, porte ilegal de arma de fogo, corrupção de menores, uso de drogas, lesão corporal na direção de veículo, danos materiais e ameaça.
A Polícia Civil investiga o crime.
Fonte: Redação/Mídia News | Foto: Reprodução/TV Cidade
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