Acusado de promoção pessoal com dinheiro público Rossato quer senador e promotor como testemunhas

O senador Blairo Maggi (PR), o desembargador do Tribunal de Justiça, Marcos Machado, e o promotor de Justiça Marco Aurélio Castro, chefe do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), foram arrolados como testemunhas em ação penal na qual o Ministério Público Estadual (MPE) acusa o prefeito de Sorriso, Dilceu Rossato de usar verba pública para promoção pessoal. Os episódios remontam a gestão de Rossato no período de fevereiro de 2005 a outubro de 2007 e atingem também o vice-prefeito daquela época, Luiz Carlos Nardi.
Conforme o Ministério Público, ambos se utilizaram indevidamente de verba pública para divulgar informes a respeitos de obras, programas e serviços desenvolvidos pela Prefeitura de Sorriso com nítido caráter de promoção pessoal, por meio de publicações de matérias nos jornais Folha do Cerrado e Jornal da Terra, rádios Jovem FM e Rádio Sorriso, em programas de televisão transmitidos pelas emissoras SBT, Record e Bandeirantes. Houve ainda distribuição de panfletos, folders e cartões estampados com as fotos e os nomes do prefeito e vice-prefeito associando suas imagens, símbolos ou “slogans” aos programas de governo realizados pela prefeitura de Sorriso à época.
A ação penal está distribuída na Turma de Câmaras Reunidas do Tribunal de Justiça. O processo tem como relator o desembargador Rui Ramos.
Autor: Rafael Costa | Fonte: Redação / Folha Max | Foto: Reprodução | Cidade: Sorriso
