Base governista se divide em 2 blocos na AL e deve controlar as 13 comissões

líder do governo na Assembleia Dilmar Dal Bosco (DEM) dividiu  os apoiadores do governador Mauro Mendes (DEM) em dois blocos parlamentares. Com isso, poderão assumir a presidência e a relatoria das 13 comissões permanentes.      

 

Liderado pelo próprio Dilmar, o bloco governista tem 12  membros. São eles Doutor Gimenez (PV), Doutor João (MDB), Eduardo Botelho (DEM), Guilherme Maluf (PSDB), Nininho (PSD), Paulo Araújo (PP), Romoaldo Júnior (MDB), Sebastião Rezende (PSC), Sílvio Fávero (PSL), Thiago Silva (MDB), Ulysses Moraes (DC) e Xuxu Dal Molin (PSC).  

 

Já o bloco independente articulado por Dilmar reúne o líder Doutor Eugênio (PSB), Faissal Calil (PV),  Valmir Moretto (PRB) e Max Russi (PSB). O número de membros pode ser ampliado já que existe a expectativa de atrair Ulysses e as conversações com o parlamentar do DC prosseguem.  

 

Na semana passada foi anunciado o bloco  Resistência Democrática, que será liderado pela deputada Janaina Riva (MDB).  Além da emedebista, também compõem o bloco:  Lúdio Cabral e Valdir Barranco, ambos do PT; Delegado Claudinei (PSL), Elizeu Nascimento (DC) e João Batista do Sindispen (Pros).

 

O deputado Wilson Santos (PSDB) ainda não ingressou em nenhum dos blocos. Entretanto, descarta compor com os governistas liderados por Dilmar. “Tenho convite para integrar os dois blocos independentes e estou avaliando. A decisão deve ser tomada nas próximas horas, mas posso garantir que não estarei junto à base governista”.

 

Já Dilmar ressalta que a composição dos blocos garante para base governista a presidência e a relatoria das 13 comissões permanentes. Mesmo assim, pontua que está disposto a fazer concessões para oposição com o objetivo de manter o diálogo em aberto.  

 

“Estamos dispostos a fazer composições. A oposição tem interesse de integrar comissões como de Orçamento, Educação, Saúde e Segurança Pública e vamos atender na medida do possível”, pontuou o líder do governo.

 

Os blocos formados serão utilizados somente para composição das comissões permanentes. Depois, novas articulações serão feitas para atuação em plenário.

Autor: Jacques Gosch | Fonte: Redação/RD News | Foto: Divulgação