Delegado afirma que não há lista de pessoas marcadas para morrer

A Polícia Judiciária de Civil (PJC) não tem medido esforços para investigar os crimes registrados em Sorriso, sobretudo os homicídios. O delegado Bruno Abreu está conduzindo as apurações e, de início, afirma que diferente de boatos que têm circulado na cidade não há lista de pessoas marcadas para morrer.
Em coletiva de imprensa realizada na manhã de ontem (26), o delegado informou que mortes de Ismael Rosa de Barros, de 50 anos; Olerindo Pedro de Barros (o Barrinha), de 63; e Alaelson José Minzon, de 40; não têm ligação.
“As investigações apontam que, até o momento, não há vinculações entre as três mortes. E o terceiro caso [homicídio de Alaelson Minzon] está totalmente descartada uma possível vinculação”, informou.
Segundo o delegado, dois homens – pai e filho – são os principais suspeitos dos crimes que vitimaram Ismael Barros e o Barrinha, que eram sócios.
Os suspeitos foram ouvidos segunda na delegacia. Ambos negam o crime. Porém, de acordo com o delegado, há um vídeo que mostra pai e filho ameaçando as vítimas.
Um deles perdeu uma ação em segunda instância envolvendo uma propriedade. “As investigações vão continuar, mas, por enquanto, não divulgaremos os detalhes para não atrapalhar o nosso trabalho. O que podemos afirmar, até para tranquilizar a sociedade, é que não há lista de pessoas marcadas para morrer”, ressaltou, acrescentando que o pedido de prisão preventiva dos dois suspeitos já foi solicitado.
Quanto à morte de Alaelson José Minzon, a PJC informa que o caso está sob sigilo.
Conforme já foi divulgado , os sócios Ismael e Barrinha foram mortos em Sorriso neste mês, nos últimos dias 16 e 19, respectivamente. Ambos foram assassinados a tiros.
Já Alaelson José Minzon, que também foi morto a tiros, foi assassinado nas proximidades de um clube de festas, no bairro Novos Campos.
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Fonte: Redação / Portal Sorriso | Foto: Reprodução
