Delegado diz que tiro que matou bombeiro partiu da própria arma

O delegado Carlos Francisco de Morais, da Delegacia da Polícia Judiciária Civil (PJC) de Alta Floresta, responsável pelas investigações a respeito da morte do soldado do Corpo de Bombeiros Lucas Alessandro de Souza, de 27 anos, afirma que a hipótese de homicídio foi descartada, pois o tiro que matou o militar saiu da própria arma.
Por meio da assessoria de imprensa da PJC, o delegado explicou que o laudo da morte ficou pronto na sexta-feira (10). As investigações agora são conduzidas para as possibilidades de tiro acidental e suicídio.
“O disparo foi bem próximo do rosto,mas em até 30 dias o caso será confirmado”, explicou o delegado.
Além disso, no carro não foi encontrado vestígios de danos externos, causado por tiro.
O caso
O corpo do soldado foi encontrado com um tiro na cabeça, dentro do carro dele, um Fiat Punto, na noite de quarta-feira (8).
Testemunhas viram o momento em que o carro dele desgovernado bateu em um Gol que estava parado.
Um aluno da Polícia Militar (PM) quebrou o parabrisa do veículo para tentar ajudar a vítima, que foi socorrida pelo Corpo de Bombeiros, mas não resistiu aos ferimentos e morreu ao dar entrada na unidade médica.
A arma da vítima, uma pistola .40, estava caída no assoalho do automóvel, no lado esquerdo e foi entregue à PM.
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Autor: Camila Paulino | Fonte: Redação / Repórter MT | Foto: Reprodução
