Equipe de tv americana grava ataque de onça-pintada no Pantanal Mato-grossense

O sexto episódio da série de TV Câmera Selvagem promete muitas emoções. O renomado cinegrafista de natureza Cristian Dimitrius vai em busca de uma onça-pintada no Pantanal para filmar o último momento de vida de uma presa antes do ataque deste temido animal, o maior felino das Américas e um dos mais respeitados da fauna brasileira por sua potência, furtividade e sagacidade. A tentativa de filmagem acontece no Pantanal mato-grossense e vai ao ar neste sábado, 20 de agosto, às 21h, no NAT GEO.
Antes de colocar o plano em ação, Cristian, Bulba e Daniel decidem fabricar uma capivara para ser “oferecida de bandeja” a uma onça-pintada. Com a ajuda de uma cenógrafa e aderecista, eles conseguem uma réplica bem fiel, que engana capivaras de verdade em um teste e, assim, Cris e Daniel seguem para o Pantanal para ver se também conseguem enganar a onça.
Para filmar um ataque dessa grandeza, o trio de Câmera Selvagem faz um misto de carrinho de esteira e câmera telescópica. “Desenvolvemos e construímos um veículo operado remotamente com esteiras de terreno seco e uma torre de 600 mm com um periscópio de cabeça rotativa, de forma que fosse possível capturar, com duas câmeras, imagens por sobre a cabeça da capivara”, conta Cristian Dimitrius.
A série Câmera Selvagem é uma coprodução entre FOX Networks Group Brasil, Mistika, do produtor Marcelo Siqueira, e Cristian Dimitrius Produções, e, semanalmente, mostra uma equipe de multitalentos que viaja pelo Brasil em busca das melhores imagens da vida selvagem, unindo biologia e tecnologia para alcançar seus objetivos. O programa é exibido aos sábados, às 21h00, no canal NAT GEO, e inova tanto pela ideia quanto pelos equipamentos que foram usados na captação para os oito episódios de 30 minutos.
Dirigida por Eduardo Rajabally, a série foi filmada com câmeras de cinema, a Arri Alexa Mini e a Arri Amira, com pós produção de imagem da Misitka, que também é a finalizadora da série. Esses elementos garantem uma estética cinematográfica para toda a obra. Ao todo, foram mais de 100 diárias de filmagens e passagens por sete estados: Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, São Paulo, Rondônia, Piauí e Pernambuco.
Sinopse da série – Na série Câmera Selvagem, vamos acompanhar o renomado cinegrafista de natureza, Cristian Dimitrius, em oito expedições fotográficas pelo Brasil em busca de imagens inéditas e diferenciadas. Para isso, ele vai desenvolver diversas traquitanas em um laboratório, e também em uma fábrica, com a ajuda do engenheiro mecânico Wilson Santos, conhecido como Bulba, e seu assistente, o professor de robótica Daniel Almeida. Os três vão conceber cada projeto do zero, desde sua idealização, passando pela fabricação, usinagem de suas peças, escolha de seus componentes mecânicos e eletrônicos, até a montagem final. Ao longo do processo, Cristian também vai conversar com vários especialistas e biólogos que podem fornecer informações que o ajudem no sucesso de suas missões.
Depois que as traquitanas ficam prontas eles realizam alguns testes e, após tudo funcionar corretamente, Cristian e Daniel vão para os biomas mais incríveis do país como a Caatinga, o Cerrado, o Pantanal, a Floresta Amazônica e o arquipélago de Fernando de Noronha para filmar os animais em situações inusitadas dentro do habitat em que vivem. E tudo isso feito da maneira mais profissional e cuidadosa possível, sem nunca interferir na natureza e na vida animal, mas com a ajuda da tecnologia, da criatividade e da sensibilidade artística, com o intuito de capturar os momentos mais belos da fauna brasileira por meio das lentes da Câmera Selvagem.
Fonte: Redação / Assessoria | Foto: Divulgação
