Ex-prefeito de Sorriso não emplaca e PSL busca opções para disputa ao governo

Presidente do Partido Social Liberal (PSC) em Mato Grosso, o deputado federal Victório Galli admite que a pré-candidatura a governador do ex-prefeito de Sorriso Dilceu Rossato ainda não decolou. Por isso, a sigla já prepara Plano B e está dialogando com outros pré-candidatos para avaliar possíveis alianças.

 

Galli também explica que o PSL do presidenciável Jair Bolsonaro é um partido conservador e de direita. Para manter a coerência, qualquer aliança com pré-candidato a governador que contar com apoio do PT, PCdoB ou PSOL está vetada.

 

“Nosso pré-candidato a governador é o Rossato, mas precisamos pensar no Plano B caso a candidatura não se concretize. Neste mês, vamos conservar com os outros pré-candidatos. O PSL tem posições firmes, mas não fecha a porta para o diálogo com ninguém”, declarou o deputado.

 

Na última sexta (1º), Galli se reuniu com o governador Pedro Taques (PSDB). Também participou do encontro a pré-candidata ao Senado pelo PSL, juíza aposentada Selma Arruda e o produtor rural Nelson Barbudo.

 

Nos próximos dias, a direção estadual do PSL deve se reunir com o senador Wellington Fagundes (PR) e com o ex-prefeito de Cuiabá Mauro Mendes (DEM). Além disso, já mantém diálogo com o ex-prefeito de Lucas do Rio Verde Otaviano Pivetta (PDT). Os três são pré-candidatos a governador.

 

Apesar da conversa, a aproximação do PSL com Wellington é mais difícil se comparada a Taques e Pivetta. O republicano já tem apoio declarado do PCdoB e trabalha para integrar o PT na coligação que está consolidando.

 

“A esquerda é nossa bússola. Onde tiver PT e PCdoB, nós estaremos no outro lado. É questão de coerência. Não podemos fazer aliança com a esquerda que destruiu o Brasil e ataca os valores cristãos e familiares que defendemos”, concluiu Galli.

Autor: Jacques Gosch | Fonte: Redação/RD News | Foto: Arquivo (ubirata24horas)