Homem de 33 anos morre com suspeita de H1N1 em Alta Floresta

Um homem de 33 anos morreu na madrugada desta segunda-feira (04), com suspeita de Influenza A H1N1. Ele estava internado desde a última quinta-feira (31), no hospital Albert Sabin, da rede pública de Alta Floresta (no Norte do estado), com sintomas da doença, que também é conhecida como Gripe A ou Gripe Suína.

 

De acordo com a Secretaria de Saúde de Alta Floresta, ainda não há confirmação da causa da morte do rapaz, que está sendo investigada. O laudo deve ficar pronto em até 60 dias

 

De acordo com a Secretaria de Saúde de Alta Floresta, ainda não há confirmação da causa da morte do rapaz, que está sendo investigada. O laudo deve ficar pronto em até 60 dias, segundo a Secretaria de Estado de Saúde (SES), que acompanha todos os casos notificados.

 

Até o momento, Mato Grosso tem uma morte confirmada em decorrência do H1N1. O registro foi referente a um idoso de 73 anos, que morreu no dia 11 de fevereiro, após passar nove dias internado. Outros oito casos de morte com suspeita de gripe suína, notificados pela SES, ainda estão em fase de investigação.

 

A morte de um idoso, por H1N1 foi confirmada em Cuiabá. Outros oito casos de morte com suspeita de gripe suína, notificados pela SES, ainda estão em fase de investigação.

 

De acordo com a SES, antes de se confirmar a gripe H1N1, os casos são notificados como Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). A gripe H1N1 só é confirmada após exames laboratoriais. Nessa situação, dez são em Cuiabá, dez em Rondonópolis, dois em Primavera do Leste, dois em Pontes e Lacerda. Os municípios de Várzea Grande, Rosário Oeste, Nova Bandeirantes, Campo Novo do Parecis, Sorriso, Araputanga, Barra do Garças, Campos de Júlio, Cáceres e Estados Unidos da América têm um caso cada, registrados neste ano.   

 

 O registro da Influenza começou a ser notificado em Mato Grosso a partir de 2009, quando ocorreu a pandemia no país. De lá para cá, o maior índice de registros ocorreu em 2009, quando foram notificados 196 casos. Desde então, houve um caso em 2010 e outro em 2012. Quatro casos em 2013, 44 em 2014. No ano passado não se registrou caso algum e neste ano já há confirmação de apenas uma morte. 

Fonte: Redação / Repórter MT | Foto: Reprodução