MT vive “boom” econômico com crescimento de 42% no número de empresas em atuação

Mato Grosso passa por uma das fases mais promissoras da economia com um avanço na geração de empregos, renda e na criação do empresa. Segundo dados do Observatório da Indústria da Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt), o estado registrou crescimento importante nestes setores, com destaque para o desempenho de cidades estratégicas como Cuiabá, Rondonópolis, Sinop e Lucas do Rio Verde.
Massa salarial cresce 72% em 6 anos
A soma dos salários pagos no estado saltou de R$ 23,4 bilhões em 2016 para R$ 40,2 bilhões em 2022, segundo o observatório. Entre os municípios, Cuiabá lidera com 41,5% de toda a renda gerada, seguida por Rondonópolis, Várzea Grande e Sinop, que se consolidam como polos regionais de atividade econômica.
As faixas etárias entre 30 e 49 anos são as que mais movimentam renda, ultrapassando R$ 10 bilhões somadas. A participação masculina é ligeiramente maior no volume total de massa salarial.
.png)
Número de empresas aumenta 42% em uma década
Mato Grosso tinha pouco mais de 86 mil empresas em 2014 e agora conta com 123,3 mil estabelecimentos, segundo dados de 2023. As microempresas representam mais de 74 mil registros, enquanto pequenas, médias e grandes somam outras 49 mil.
Os setores mais presentes na base empresarial são:
Pecuária de corte (criação de bovinos) – 11,3% dos estabelecimentos
Agricultura (cultivo de soja) – 5,2%
Comércio varejista de vestuário e acessórios – 3,4%
Isso confirma a força do agronegócio, mas também a crescente diversificação do comércio e serviços.
Emprego formal atinge recorde
O número de trabalhadores com carteira assinada subiu de 804 mil em 2014 para 1,16 milhão em 2022, um crescimento de 44%.
Os setores que mais empregam são:
Administração pública
Produção agropecuária (soja e bovinos)
Comércio varejista de alimentos e vestuário
A maioria da mão de obra empregada possui ensino médio completo, com 375 mil registros, seguido de nível superior, com 140 mil.
Emprego formal atinge recorde
O número de trabalhadores com carteira assinada subiu de 804 mil em 2014 para 1,16 milhão em 2022, um crescimento de 44%.
Os setores que mais empregam são:
Administração pública
Produção agropecuária (soja e bovinos)
Comércio varejista de alimentos e vestuário
A maioria da mão de obra empregada possui ensino médio completo, com 375 mil registros, seguido de nível superior, com 140 mil.
Autor: Jolismar Bruno | Fonte: Redação/Primeira Página | Foto: Freepik
