Mulher sofre agressões e ameaça de morte em fazenda de Nova Ubiratã; marido é preso em flagrante

Uma mulher foi vítima de violência doméstica na madrugada de segunda-feira (11), em uma propriedade rural. Ela acionou a polícia denunciando agressões físicas e ameaças cometidas pelo próprio marido, de 36 anos, que acabou detido em flagrante com base na Lei Maria da Penha.


Os agentes foram recebidos pelo suspeito, que logo tentou se defender. Segundo ele, tudo teria começado com uma discussão entre o casal, e ele agio em legítima defesa. O relato da vítima contradiz totalmente sua versão. Ela contou aos policiais que foi atingida com socos e pontapés ao longo da madrugada, além de ter sido ameaçada de morte pelo companheiro. A mulher ainda revelou que os episódios de violência são frequentes e costumam acontecer principalmente quando ele faz uso de bebida alcoólica.


Tinha marcas de agressão na vítima: ela apresentava hematomas nos braços e reclamou de dores fortes na região abdominal, no pescoço e na cabeça. Já o suspeito também tinha ferimentos — escoriações no rosto, pescoço e costas — que, conforme ele mesmo explicou, teriam sido causados durante a confusão.


Diante das provas, o homem foi preso em flagrante pelos crimes de violência doméstica e ameaça. A vítima foi orientada a procurar atendimento médico imediato para avaliar a extensão dos ferimentos. Em depoimento, ela manifestou desejo de solicitar medidas protetivas de urgência, pois teme pela sua segurança e integridade física.


Ambos  foram encaminhados para a Delegacia de Polícia Civil de Nova Ubiratã, onde o caso foi registrado oficialmente. Os autos já foram enviados à autoridade policial competente, que dará andamento às providências legais necessárias para o andamento das investigações e a aplicação da lei.


A Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006) foi criada para coibir e prevenir a violência doméstica e familiar, garantindo proteção às vítimas e prevendo punições rigorosas para quem pratica esses atos. Qualquer caso de violência pode ser denunciado pelo telefone 180, canal de atendimento e apoio à mulher.


 

Fonte: Redação/Assessoria | Foto: Reprodução/Ilustrativa