Novo reajuste na tabela do frete já está defasado, diz Abrava

A Associação Brasileira dos Condutores de Veículos Automotores (Abrava) considera que o novo reajuste do piso mínimo do frete rodoviário, atualizado nesta terça, 13, pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), é defasado e equivocado. “A tabela já saiu defasada porque não inclui a alta total do diesel no período. Além disso, o reajuste foi totalmente equivocado por considerar o IPCA e não um estudo completo sobre o setor”, avaliou o presidente da Abrava, Wallace Landim.

 

A ANTT publicou os novos valores dos fretes com aumento médio de 5,80%, variando conforme o tipo de fardo, número de eixos, intervalo do deslocamento e tipo de operação. O reajuste, válido a partir de 20 de julho, é uma atualização semestral do piso. A última havia sido feita em 19 de janeiro.

 

Consoante a sucursal, o reajuste considera o Índice de Preços ao Consumidor Espaçoso (IPCA), inflação solene do país, amontoado no período de dezembro de 2020 a maio de 2021, de 4,61%. Também leva em conta a atualização do valor do óleo diesel S10 para R$ 4,568 por litro – que corresponde aos valores apurados pela Sucursal Pátrio do Petróleo e Gás Proveniente (ANP) no período de 13 a 18 de junho.

 

De tratado com a Abrava, a forma do novo reajuste não atende à metodologia da legislação do piso mínimo que determina um estudo técnico logístico para o operação dos preços. “A lei determina que a metodologia inclua no cálculo todos os custos, como pneus, lubrificantes, desgaste do caminhão. Não apenas uma correção pela inflação geral, como foi feito”, apontou Landim.

 

O estudo da primeira tábua, por exemplo, foi feito pelo Esalq-Log (Grupo de Pesquisa e Extensão em Logística Agroindustrial da Escola Superior de Lavradio “Luiz de Queiroz”). “O que pedimos é que a ANTT busque outro instituto para calcular os próximos reajustes, pois o contrato com o EsalqLog encerrou”, proclamou o presidente da Abrava.

 

Pela legislação, a ANTT tem de reajustar os valores do frete a cada seis meses – janeiro e julho de cada ano – ou quando a variação do preço do diesel for igual ou superior a 10%. Consoante o dirigente, a novidade atualização não descarta a possibilidade de reajuste pelo gatilho da subida do diesel.

 

De tratado com dados da Abrava, desde o último reajuste da ANTT, de 2 de março, o incremento dos valores do combustível está em 8%, somando sete revisões feitas pela Petrobras no período. “A lei prevê duas formas de reajuste: a cada seis meses ou pelo gatilho de alta do diesel. Já estamos próximos do gatilho”, proclamou. Na avaliação de Chorão, a novidade tábua foi uma forma de o governo de “acalmar os ânimos” da categoria.

 

“Estamos cobrando o cumprimento das promessas que nos foram feitas. Entendemos que sem a fiscalização eletrônica não adianta atualizar os preços do frete”, disse, referindo-se ao projeto de geração do Documento Eletrônico de Transporte (DT-e), que tramita na Câmara dos Deputados.

 

Consoante o presidente da Abrava, o tema está na taxa de votação do dia da Câmara por meio da Medida Provisória nº 1.051 de 18 de maio deste ano, apresentada pelo governo federalista no programa “Gigantes do Asfalto”. “Hoje, precisamos de mais de 20 documentos para confirmar a carga. O Dt-e unifica esses documentos, mas temos algumas ressalvas ao texto antes da aprovação pelo Senado”, proclamou Landim.

 

A Associação Brasileira dos Condutores de Veículos Automotores (Abrava) considera que o novo reajuste do piso mínimo do frete rodoviário, atualizado nesta terça, 13, pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), é defasado e equivocado. “A tabela já saiu defasada porque não inclui a alta total do diesel no período. Além disso, o reajuste foi totalmente equivocado por considerar o IPCA e não um estudo completo sobre o setor”, avaliou o presidente da Abrava, Wallace Landim.

 

A ANTT publicou os novos valores dos fretes com aumento médio de 5,80%, variando conforme o tipo de fardo, número de eixos, intervalo do deslocamento e tipo de operação. O reajuste, válido a partir de 20 de julho, é uma atualização semestral do piso. A última havia sido feita em 19 de janeiro.

 

Consoante a sucursal, o reajuste considera o Índice de Preços ao Consumidor Espaçoso (IPCA), inflação solene do país, amontoado no período de dezembro de 2020 a maio de 2021, de 4,61%. Também leva em conta a atualização do valor do óleo diesel S10 para R$ 4,568 por litro – que corresponde aos valores apurados pela Sucursal Pátrio do Petróleo e Gás Proveniente (ANP) no período de 13 a 18 de junho.

 

De tratado com a Abrava, a forma do novo reajuste não atende à metodologia da legislação do piso mínimo que determina um estudo técnico logístico para o operação dos preços. “A lei determina que a metodologia inclua no cálculo todos os custos, como pneus, lubrificantes, desgaste do caminhão. Não apenas uma correção pela inflação geral, como foi feito”, apontou Landim.

 

O estudo da primeira tábua, por exemplo, foi feito pelo Esalq-Log (Grupo de Pesquisa e Extensão em Logística Agroindustrial da Escola Superior de Lavradio “Luiz de Queiroz”). “O que pedimos é que a ANTT busque outro instituto para calcular os próximos reajustes, pois o contrato com o EsalqLog encerrou”, proclamou o presidente da Abrava.

 

Pela legislação, a ANTT tem de reajustar os valores do frete a cada seis meses – janeiro e julho de cada ano – ou quando a variação do preço do diesel for igual ou superior a 10%. Consoante o dirigente, a novidade atualização não descarta a possibilidade de reajuste pelo gatilho da subida do diesel.

 

De tratado com dados da Abrava, desde o último reajuste da ANTT, de 2 de março, o incremento dos valores do combustível está em 8%, somando sete revisões feitas pela Petrobras no período. “A lei prevê duas formas de reajuste: a cada seis meses ou pelo gatilho de alta do diesel. Já estamos próximos do gatilho”, proclamou. Na avaliação de Chorão, a novidade tábua foi uma forma de o governo de “acalmar os ânimos” da categoria.

 

“Estamos cobrando o cumprimento das promessas que nos foram feitas. Entendemos que sem a fiscalização eletrônica não adianta atualizar os preços do frete”, disse, referindo-se ao projeto de geração do Documento Eletrônico de Transporte (DT-e), que tramita na Câmara dos Deputados.

 

Consoante o presidente da Abrava, o tema está na taxa de votação do dia da Câmara por meio da Medida Provisória nº 1.051 de 18 de maio deste ano, apresentada pelo governo federalista no programa “Gigantes do Asfalto”. “Hoje, precisamos de mais de 20 documentos para confirmar a carga. O Dt-e unifica esses documentos, mas temos algumas ressalvas ao texto antes da aprovação pelo Senado”, proclamou Landim.

 

 

 

Fonte: Redação/Estadão Conteúdo | Foto: Reprodução