“Preciso proteger sua conta”: Golpista se passa por funcionário e furta mais de R$ 6 mil de idosa em Nova Ubiratã

Uma moradora de 66 anos residente no município foi vítima de um esquema de fraude financeira executado inteiramente por mensagens de WhatsApp, perdendo o total de R$ 6.257,63. O caso está sendo investigado pela Polícia Civil.
Tudo começou quando a vítima recebeu uma mensagem de um número que não reconhecia. Do outro lado, alguém se identificou como colaboradora do Sicredi e lançou um alarme falso: haveria uma tentativa de contratação de crédito em seu nome, em andamento, e ela precisava agir rápido para proteger seus recursos.
A estratégia do golpista foi convencer a idosa de que a solução seria realizar transferências — sob a alegação de "bloqueio de segurança" e "regularização da conta". Convencida, a mulher efetuou duas operações:
R$ 3.889,63, enviados de sua conta no Sicredi, via TED;
R$ 2.368,00, transferidos de sua conta no Banco do Brasil.
Os dois valores foram remetidos para um mesmo destino. Somente após concluir as transações é que a idosa percebeu ter sido enganada.
Assim que se deu conta do ocorrido, a vítima procurou a gerência da agência do Sicredi. O responsável orientou-a a registrar a ocorrência na Polícia Civil, para que as autoridades possam investigar e tentar rastrear os valores transferidos.
Alerta: bancos não fazem esse tipo de solicitação
A situação levanta um alerta fundamental para os moradores de Nova Ubiratã e toda a região:
Nenhuma instituição financeira solicita transferências, dados de senha, códigos de segurança ou pagamentos por mensagem de texto ou ligação.
Quando receber mensagens ou ligações com esse tipo de pedido, a recomendação das autoridades é:
Desconfie de qualquer contato que crie urgência ou medo;
Confirme sempre a veracidade do comunicado pelos canais oficiais constantes no site e aplicativo do banco;
Dirija-se pessoalmente à agência para conversar com quem conhece;
Não compartilhe códigos recebidos por SMS ou aplicativos com ninguém.
Caso suspeite de fraude, registre a ocorrência na Polícia Civil.
- Fonte: Redação/Assessoria
- Foto: Reprodução/Ilustrativa



