Comerciante de armas é preso na Carga Máxima em Rosário Oeste

Um comerciante de armas foi preso em investigações da Polícia Judiciária Civil, no município de Rosário Oeste (128 km a Oeste), em cumprimento de mandado de prisão. A prisão de E.C., conhecido por “Tute”, está inserida na operação da Secretaria de Estado de Segurança Pública, Carga Máxima. Ele era investigado há sete meses.
O inquérito policial com indiciamento do suspeito por comércio de arma de fogo foi encaminhado à Justiça, na terça-feira (08).
O suspeito, inicialmente, era investigado por tráfico de drogas, na modalidade “disque-droga”, e foi alvo da operação “Boca Fechada”, realizada para o cumprimento de mandados de busca e apreensão contra pessoas suspeitas de cometer crimes de tráfico, furto e roubo na região.
Em continuidade as investigações, com levantamentos de inteligência, os policiais acabaram descobrindo que além do tráfico de drogas, o suspeito também comercializava arma de fogo e munições.
No dia 15 de janeiro deste ano, a Polícia Civil de Rosário Oeste prendeu em flagrante de E.C, portando um revólver 38, a qual estava com o mesmo para realização de “corretagem” da arma, termo usado no comércio ilegal de arma de fogo.
Nas investigações também foi possível localizar a residência onde o suspeito guardava as armas quando das negociações, razão pela foi representada por mandados de busca e apreensão na residência dele e pela sua prisão preventiva. O mandado de prisão foi cumprido na sexta-feira (04) durante a operação “Polícia Civil na Carga Máxima”.
De acordo com as investigações, uma chácara era usada para esconder armas e munições. Em buscas, na propriedade, na última sexta-feira (04.03), foi encontradas munições, pólvora, uma espingarda adaptadas para 22. No local, o primo do suspeito foi detido e autuado posse irregular de munições. A Polícia aguarda laudo pericial para confirmar a adaptação da arma. Ele pagou fiança e foi posto em liberada.
Outra chácara ainda é investigada pelos policiais também por suspeita de esconder armas e munições.
“A prisão de E.C. era um anseio da sociedade rosariense, porque diuturnamente a delegacia de polícia recebia cobranças e denúncias anônimas a respeito das condutas ilícitas perpetradas pelo mesmo”, disse o delegado Guilherme Berto Nascimento Fachinelli.
Fonte: Redação / Assessoria | Foto: Reprodução / Ilustrativa
